
O Largo do Arouche nunca viu tanto brilho, e bolsinhas Louis Vuitton, com certificado de procedência, diga-se de passagem. O fato aconteceu na noite de sexta passada, na festa armada por Natalie Klein ao estilista Marc Jacobs - com quem acaba de abrir uma loja nos Jardins - na boate Cantho, reduto de gays populares do centro de São Paulo.
Como só entrava quem estava paramentado de convite, os habitués da casa ficaram por ali mesmo, para ver tantos vips, como Dudu Bertholini (o que mais brilhava, numa roupa dourada), Natalie Klein, com o namorado Tufi Duek, Michel Klein, Carolina Ferraz, Carlos Jeiressati Filho, Costanza Pascolato, Erika Palomino, Glória Coelho e Reinaldo Lourenço, Isabella Prata e Idel Arcuschin, Daniela Falcão, Alexandre Herchcovitch, além de mais de 400 pessoas que orbitam em torno destas.
"Hoje é festa de gente do poder", disse um rapaz que entrou nas fila da sua balada predileta em São Paulo, pouco depois de ser informado pelo segurança que ali haveria uma festa particular. Um pouco mais informados, Edilson Afonso e Paulo Henrique Collim viram na internet que ali aconteceria a festa para o estilista Marc Jacobs. "Não o conheço, mas vim assim mesmo para ver o que estas pessoas estão vestindo", disse Afonso.
Explico para o rapaz que o "tal" do Jacobs é o designer das bolsas Louis Vuitton, entre tantos feitos. Ele diz: "Ah, então já sei. Tenho um boné da Vuitton". E onde você o comprou?, é minha pergunta óbvia. "Na 25 (de Março)", diz, categórico, antes de pedir licença para não perder os modelos que desfilavam pelo cercadinho, que dava acesso à portaria da boate - enfeitada com o nome de Jacobs bem grande, em neon vermelho.
"Vi na net que até a dona das casas Bahia vai estar aí", disse o amigo, Collim, referindo-se à herdeira da rede de lojas Natalie, antes de seguir para o canteiro central da avenida, onde se encontravam mais pessoas dispostas a acompanhar a chegada dos convidados da festa.
De lá, uma garota gritava: "Bonito seu vestido, tia", ou "Olha a mulher da novela (referindo-se a Carolina Ferraz, que chegou sorridente)", ou ainda "Até a chapeuzinho vermelho veio (quando Carol Bueno chegou com uma boina vermelha)".
Próximos à entrada da boate, muitos perguntavam à reportagem se ali não era mais a Cantho. Geraldo Donato, frequentador da casa, espantou-se ao saber que ali aconteceria a festa para Jacobs. "O quê? Não acredito, você fala sério?", exclamou, enquanto arrumava os óculos em direção ao letreiro com o nome de Jacobs brilhando na porta da boate.
Disse ao seu amigo Magnum Camilo: "Mona, você não tem noção de quem vai estar aqui hoje, é uma noite histórica na Cantho ", recebendo a indiferença do amigo, que apenas queria dançar na sua boate preferida.
A chegada de Marc Jacobs - 1h30 da manhã - causou frisson em Donato e em diversas pessoas que estavam ali. Até uma mendiga colocou-se a desfilar no canteiro do meio da avenida. Enquanto um garoto dizia que ia pedir "money" para o estilista.
O rapaz chegou de camisa branca aberta no peito, kilt preta e coturno, concentrado, ar meio zen, discreto, e muito chique, claro, posando para fotos, sempre sorridente. Acompanhavam alguns amigos e seu namorado brasileiro, o publicitário Lorenzo Martone, igualmente sorridente, que mostrava a aliança do recente noivado.
Dentro da casa, discrição era a palavra-chave - como a anfitriã e o convidado de honra parecem pedir (ela vestia uma das criações do estilista).
Marc Jacobs, namorado e amigos sentaram-se num sofá, no segundo andar da casa, com vista para a pista de dança, e lá permaneceram o tempo todo.
Assédio? Claro que houve. Vez ou outra o estilista - sempre de mãos dadas ao namorado - recebia designers nacionais, assessores de imprensa, jornalistas de moda com câmera na mão, amigos dos jornalistas de moda, amigos dos amigos dos jornalistas de moda.
Sorridente, e, principalmente, paciente com o assédio, nada indicava que ali estava uma das pessoas mais influentes da moda hoje em dia, um rapaz culto, colecionador de arte, conhecedor de história, amante do cinema dos anos 40, que direciona muito do que se veste nas ruas do planeta.
A boate Cantho nunca viu tanto Champagne (Veuve Clicquot), servido em taças de cristal, e acompanhado de sanduichinhos de atum, mini cuscuz, sorvete de amora e brigadeiro. A música era anos 80, numa referência brincalhona ao mix de épocas, estilos e referências que Jacobs tanto usa em suas coleções, e o clima era de extremo otimismo, assim como pede o figurino entre a turma da moda.
Como só entrava quem estava paramentado de convite, os habitués da casa ficaram por ali mesmo, para ver tantos vips, como Dudu Bertholini (o que mais brilhava, numa roupa dourada), Natalie Klein, com o namorado Tufi Duek, Michel Klein, Carolina Ferraz, Carlos Jeiressati Filho, Costanza Pascolato, Erika Palomino, Glória Coelho e Reinaldo Lourenço, Isabella Prata e Idel Arcuschin, Daniela Falcão, Alexandre Herchcovitch, além de mais de 400 pessoas que orbitam em torno destas.
"Hoje é festa de gente do poder", disse um rapaz que entrou nas fila da sua balada predileta em São Paulo, pouco depois de ser informado pelo segurança que ali haveria uma festa particular. Um pouco mais informados, Edilson Afonso e Paulo Henrique Collim viram na internet que ali aconteceria a festa para o estilista Marc Jacobs. "Não o conheço, mas vim assim mesmo para ver o que estas pessoas estão vestindo", disse Afonso.
Explico para o rapaz que o "tal" do Jacobs é o designer das bolsas Louis Vuitton, entre tantos feitos. Ele diz: "Ah, então já sei. Tenho um boné da Vuitton". E onde você o comprou?, é minha pergunta óbvia. "Na 25 (de Março)", diz, categórico, antes de pedir licença para não perder os modelos que desfilavam pelo cercadinho, que dava acesso à portaria da boate - enfeitada com o nome de Jacobs bem grande, em neon vermelho.
"Vi na net que até a dona das casas Bahia vai estar aí", disse o amigo, Collim, referindo-se à herdeira da rede de lojas Natalie, antes de seguir para o canteiro central da avenida, onde se encontravam mais pessoas dispostas a acompanhar a chegada dos convidados da festa.
De lá, uma garota gritava: "Bonito seu vestido, tia", ou "Olha a mulher da novela (referindo-se a Carolina Ferraz, que chegou sorridente)", ou ainda "Até a chapeuzinho vermelho veio (quando Carol Bueno chegou com uma boina vermelha)".
Próximos à entrada da boate, muitos perguntavam à reportagem se ali não era mais a Cantho. Geraldo Donato, frequentador da casa, espantou-se ao saber que ali aconteceria a festa para Jacobs. "O quê? Não acredito, você fala sério?", exclamou, enquanto arrumava os óculos em direção ao letreiro com o nome de Jacobs brilhando na porta da boate.
Disse ao seu amigo Magnum Camilo: "Mona, você não tem noção de quem vai estar aqui hoje, é uma noite histórica na Cantho ", recebendo a indiferença do amigo, que apenas queria dançar na sua boate preferida.
A chegada de Marc Jacobs - 1h30 da manhã - causou frisson em Donato e em diversas pessoas que estavam ali. Até uma mendiga colocou-se a desfilar no canteiro do meio da avenida. Enquanto um garoto dizia que ia pedir "money" para o estilista.
O rapaz chegou de camisa branca aberta no peito, kilt preta e coturno, concentrado, ar meio zen, discreto, e muito chique, claro, posando para fotos, sempre sorridente. Acompanhavam alguns amigos e seu namorado brasileiro, o publicitário Lorenzo Martone, igualmente sorridente, que mostrava a aliança do recente noivado.
Dentro da casa, discrição era a palavra-chave - como a anfitriã e o convidado de honra parecem pedir (ela vestia uma das criações do estilista).
Marc Jacobs, namorado e amigos sentaram-se num sofá, no segundo andar da casa, com vista para a pista de dança, e lá permaneceram o tempo todo.
Assédio? Claro que houve. Vez ou outra o estilista - sempre de mãos dadas ao namorado - recebia designers nacionais, assessores de imprensa, jornalistas de moda com câmera na mão, amigos dos jornalistas de moda, amigos dos amigos dos jornalistas de moda.
Sorridente, e, principalmente, paciente com o assédio, nada indicava que ali estava uma das pessoas mais influentes da moda hoje em dia, um rapaz culto, colecionador de arte, conhecedor de história, amante do cinema dos anos 40, que direciona muito do que se veste nas ruas do planeta.
A boate Cantho nunca viu tanto Champagne (Veuve Clicquot), servido em taças de cristal, e acompanhado de sanduichinhos de atum, mini cuscuz, sorvete de amora e brigadeiro. A música era anos 80, numa referência brincalhona ao mix de épocas, estilos e referências que Jacobs tanto usa em suas coleções, e o clima era de extremo otimismo, assim como pede o figurino entre a turma da moda.










